Tipos de Ensaios

No tocante são atividades de pesquisas e ensaios , o LAT-EFEI tem desenvolvido várias ações e adequações em suas instalações para atender demandas e acompanhar tendêcias do mercado onde atua. A seguir estão agrupadas e relacionadas as subdivisões da linha de ensaios, atualmente atendidas pelo LAT-EFEI:

  1. Resistência elétrica;
  2. Tensão elétrica e de screening;
  3. Resistência de isolamento à temperatura ambiente e de máxima de regime permanente;
  4. Descargas parciais;
  5. Determinação do fator de perdas no dielétrico (Tan δ);
  6. Ciclos térmicos em ar e em água;
  7. Tensão elétrica de impulso até 40/69 kV;
  8. Impulso atmosférico normalizado em regime de sobrecarga;
  9. Umidade;
  10. Névoa salina.
  11. Compatibilidade dielétrica (sistema de distribuição compacto).
  1. Ciclos térmicos até 500 mm² (sem curto-cirtuito);
  2. Ciclos térmicos com curto-circuito até 5,35 kA;
  3. Aquecimento;
  4. Resistência elétrica da conexão.
  1. Tensão suportável nominal de impulso atmosférico;
  2. Tensão suportável nominal a frequência industrial a seco e sob chuva;
  3. Elevação de temperatura;
  4. Resistência ôhmica dos contatos;
  5. Poluição artificial;
  6. Rigidez dielétrica transversal;
  7. Tensão de rádio-interferência.

Carboneto de Silício - SiC

  1. Resistência do isolamento;
  2. Corrente de fuga;
  3. Tensão disruptiva a frequência industrial (seco e sob chuva);
  4. Tensão disruptiva a impulso atmosférico;
  5. Tensão residual X corrente de descarga;
  6. Correntes suportáveis a impulso (até 50 kA);
  7. Corrente suportável de longa duração;
  8. Suportabilidade do invólucro;
  9. Ensaio do desligador automático;
  10. Característica Tensão disruptiva X tempo;
  11. Tensão de rádio-interferência.

Óxido Metálico (de zinco) - ZnO

  1. Corrente de fuga;
  2. Tensão residual X corrente de descarga;
  3. Correntes suportáveis a impulso (até 50 kA);
  4. Corrente suportável de longa duração;
  5. Ensaio do desligador automático;
  6. Ciclo de operação;
  7. Tensão residual de impulso íngreme;
  8. Descargas parciais.
  1. Tensão aplicada em frequência industrial a seco e sob chuva;
  2. Tensão de descarga em frequência industrial a seco e sob chuva;
  3. Tensão suportável nominal sob impulso atmosférico (a seco);
  4. Tensão de descarga a impulso atmosférico;
  5. Determinação da tensão suportável nominal a impulso atmosférico;
  6. Tensão de descarga a impulso atmosférico;
  7. Tensão de rádio-interferência;
  8. Poluição.
  1. Resistência elétrica dos enrolamentos;
  2. Relação de tensões;
  3. Resistência do isolamento;
  4. Polaridade;
  5. Deslocamento angular e sequência de fases;
  6. Perdas em vazio e em carga;
  7. Corrente de excitação;
  8. Impedância de curto-circuito;
  9. Tensão suportável a frequência industrial (tensão aplicada);
  10. Tensão suportável nominal de impulso atmosférico (até 500 kVA & 34,5 kV);
  11. Elevação de temperatura (até 112,5 kVA & 15 kV e 75 kVA & 25 kV);
  12. Nível de ruído (acústico);
  13. Fator de potência do isolamento;
  14. Nível de tensão de rádio-interferência (RIV);
  15. Tensão induzida;
  16. Descargas parciais.
  1. Tensão suportável a frequência industrial a seco e sob chuva (até 36,2 kV);
  2. Descargas parciais (até 36,2 kV secos);
  3. Resistência dos enrolamentos;
  4. Tensão suportável de impulso atmosférico;
  5. Tensão de rádio-interferência.
  1. Tensão suportável de impulso atmosférico;
  2. Ciclos térmicos;
  3. Descargas parciais.

Sob consulta: através de O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou (35)3622-3546.

Sob consulta: através de O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou (35)3622-3546.